[Relembrando] Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil – Fábio Portela
Ainda no embrião, o blog postou esta reportagem no final do ano de 2010, com certeza ninguém lembra. A pedidos do pessoal que leu o artigo original, vou tirar no fundo do baú.
Autor: Jornal El Pais, tradução e comentários de Fábio Portela
Fonte: http://opequenoinvestidor.com.br/2010/12/licoes-da-bolha-imobiliaria-espanhola-para-o-brasil/
Alguns países europeus estão repetindo o caminho trilhado pelos Estados Unidos. Para estimular o consumo e o emprego, os governos destas nações facilitaram a concessão de crédito, estimulando as pessoas a adquirirem mais bens de consumo, incluindo carros, eletrodomésticos e… imóveis.
A Espanha é um dos países que, em razão dessa política, tem sofrido bastante com essa situação, que elevou, nos melhores momentos da economia, os preços das unidades imobiliárias a níveis inéditos. Muita gente lucrou, até que a demanda pelos imóveis começou a cair, já que pouca gente tinha condições financeiras de continuar a adquirir sua “casa própria”. Este é o lado mais triste de uma bolha imobiliária, e acredito que podemos aprender bastante com a experiência espanhola.
Em fevereiro de 2009, o jornal El País publicou um excelente artigo dos economistas Manuel Arellano e Samuel Bentolila, professores do Centro de Estudos Monetários e Financeiros, sobre a situação. Embora tenha sido publicado há quase dois anos, acredito que o texto apresenta informações preciosas para nós, que estamos vivenciando uma situação bastante parecida com a vivida nos melhores anos do crescimento do crédito. Por essa razão, traduzo o artigo para o site. Destaquei, com comentários e negritando alguns trechos, as passagens que julguei mais importantes.
Fonte: Jornal El País
Título: ¿Quién es responsable de la burbuja inmobiliaria?
Uma geração de espanhóis perderá suas economias porque investiu em imóveis cujos preços estão despencando. Assim, não poderemos contar com o que esperávamos para a velhice e para nossos filhos. Muitos se endividaram tanto que agora não podem cumprir com suas obrigações. Além disso, nos especializamos em ser pedreiros, encanadores, eletricistas, caminhoneiros, vidraceiros, fabricantes de portas, vigas, gruas, lajotas, vendedores de hipotecas, corretores e várias outras ocupações relacionadas à construção; e agora, nossa experiência de trabalho já não vale nada e teremos que nos dedicar a outra coisa.
Além disso, o milagre econômico espanhol era uma miragem [nota minha: e o nosso? Será que vai pelo mesmo caminho?], porque nos dedicamos a construir casas que não construiríamos se soubéssemos o pouco que valeriam no futuro. Uma casa só vale para viver nela, e se ninguém quer fazer isso, então não vale nada. Compramos apartamentos que estão fechados ou aos quais vamos uns poucos dias por ano – não porque tivemos grandes desejos de comprar imóveis, mas porque pensávamos que eram uma reserva de valor para o futuro.
É importante destacar, ainda, que nossos bancos se dedicaram a financiar imobiliárias e construtoras que, agora, não podem pagar o dinheiro emprestado, o que poderia levar à falência das instituições financeiras. Nossas prefeituras desfrutaram de recursos insustentáveis graças à qualificação de terrenos e os gastos a que nos acostumamos acabaram. Além disso, também não poderíamos adquirir os carros que compramos, porque éramos menos ricos do que acreditávamos [nota minha: no Brasil, a concessão de crédito para a compra de automóveis também disparou nos últimos anos - em alguns casos, com financiamentos de 5, 6 anos]. Dessa situação resultou uma completa distorção do tecido produtivo.
Finalmente, quando este tipo de atividade insustentável parou, a economia entrou em recessão. Para começar a entender esse desvario, de consequências tão negativas, é necessário relembrar o cenário que seguiram os preços imobiliátios na Espanha, suas causas, sua previsibilidade e o que poderia ter sido feito para evitá-lo.
O crescimento do setor de construção.
O crescimento da construção civil tem sido altíssimo, na ordem de 5% ao ano entre 1996 e 2007. Entre 1998 e 2007, a quantidade de imóveis cresceu em torno de 30% do total, com um acréscimo de 5.7 milhões de unidades. No terceiro trimestre de 2007, a construção civil empregava 13,3% de toda a massa trabalhadora, muito acima, por exemplo, dos 6,7% da Alemanha e dos 8,5% do Reino Unido.
Vários fatores estimularam a demanda por imóveis. Destacam-se a expansão econômica (em parte devida ao próprio boom imobiliário) e à consequente queda no desemprego [nota minha: no Brasil, paralelamente ao crescimento no setor de construção civil, temos visto uma queda brusca no desemprego, justamente por conta das contratações no setor, como pode ser observado neste artigo publicado no Correio Braziliense], e à redução dos juros no financiamento imobiliário em razão da integração na zona do euro, de 11% em 1995 para 3,5% entre 2003 e 2005, que muitas vezes eram negativos depois que descontávamos a inflação. Além disso, a concorrência bancária facilitou o acesso e melhorou as condições do crédito imobiliário. Também aumentou o número de lares, em especial devido à entrada massiva de imigrantes, ao redor de 4.2 milhões entre 1996 e 2007. Por último, cresceu a compra de imóveis por famílias que não tinham interesse em residir neles, em uma magnitude difícil de calcular [nota minha: este também é o perfil de muitos compradores de imóveis no Brasil, que os adquire para lucrar com a valorização do bem no futuro].
A oferta respondeu à maior demanda, como mostram os dados anteriores, mas não a satisfez completamente, o que deu lugar a uma grande subida nos preços de imóveis: de uma taxa de crescimento anual de 1% entre 1995 e 1997, ela cresceu para 18% em 2003 e 2004. Em média, entre 1995 e 2007, a taxa de crescimento dos preços imobiliárias foi de quase 10% anual.
Na realidade, na medida em que os agentes têm expectativa de crescimento futuro dos preços de imóveis e a demanda se vê influenciada positivamente por ela, durante um tempo foi possível observar uma espiral de crescimento da demanda, da oferta e dos preços.
Houve uma bolha especulativa?
Uma bolha se caracteriza pela presença de altos volumes de transação a preços muito distintos do valor econômico fundamental. Não é fácil identificar essa situação, pela dificuldade de calcular este valor. Muitas vezes, uma bolha é identificada apenas depois, após um colapso brusco nos preços. Apesar disso, no mercado imobiliário, em razão de sua liquidez baixa, o colapso é mais lento que nos mercados financeiros e inicialmente se manifesta mais nas quantidades do que nos preços. Na Espanha, a venda de imóveis despencou em 2008, calculando-se que no final do ano havia entre 650.000 e 1.300.000 imóveis novos disponíveis no mercado.
Em todo caso, a valorização dos imóveis espanhóis entre 1997 e 2007 foi de 191%, segundo o The Economist, a segunda maior da União Europeia e superior à de países onde não se duvida da existência de uma bolha, como o Reino Unido (168%) ou os Estados Unidos (85%). No terceiro trimestre de 2007, o preço dos imóveis novos subiram 3,7% em termos inter-anuais, e o dos imóveis usados caiu 11,4%, em comparação com as respectivas taxas de aumento de 9,2% e de 7,5% do ano anterior. A rapidez e a magnitude da mudança dessa situação apontam para a existência de uma bolha.
Mais rigorosamente, os fatores fundamentais antes citados (a expansão econômica, a queda nas taxas de juros…) não explicam por si sós os preços a que chegamos. As estimativas disponíveis – por exemplo, as do Servicio de Estudios del Banco de España – indicam que os preços observados estavam muito acima dos níveis justificados pelos fundamentos econômicos. Esta supervalorização estava entre 8% e 20% já em 2003 e entre 24% e 35% em 2004. Assim, parece claro que uma parte significativa da inflação nos preços se deveu a motivos especulativos: as pessoas compravam casas como investimento porque esperavam que se valorizassem. Além disso, eram considerados um investimento seguro [nota minha: muitas construtoras alardeiam justamente isso em suas propagandas], quando comparado ao risco dos ativos financeiros revelado pela queda nas bolsas de valores em 2002.
Vale a pena assinalar que uma bolha não tem nada a ver com os estados de otimismo ou pessimismo coletivos que podemos associar a níveis de atividade econômica altos ou baixos, pela via de um mecanismo de expectativas autorrealizáveis. No caso de uma bolha, os preços não cumprem sua função de mecanismo de atribuição correta de recursos e produzem equívocos reais. Se a bolha é grande e duradoura, a mal atribuição de recursos de investidores, empresas e trabalhadores pode causar uma enorme destruição de riqueza real.
Era sabido que havia uma bolha?
Desde 2002, o Banco de España alertava sobre a supervalorização dos imóveis, ainda que tenha sido demasiadamente otimista sobre a probabilidade de que ela fosse “compatível com uma reabsorção paulatina e ordenada”, talvez por temer estourar a bolha. Em 2003, The Economist estimava a supervalorização na ordem de 52%. Em 2004, o FMI a situava entre 20% e 30%. Entre os economistas espanhóis, José García-Montalvo a estimava, em 2003, em aproximadamente 28,5%, indicando: “em resumo, é muito provável que o mercado imobiliário espanhol seja uma bomba-relógio esperando para ser detonada”. Não obstante, tanto políticos quanto empresários negaram repetidamente até pouco tempo que havia uma bolha [nota minha: o que também está acontecendo no Brasil].
Os responsáveis políticos estavam conscientes da bolha?
O programa eleitoral do PSOE de 2004 falava em “um novo modelo de crescimento mais sólido que o atual”. Seu candidato a presidente do Governo, José Luis Rodríguez Zapatero, dizia: “Como temos um modelo econômico econômico baseado na construção e na hipoteca, as famílias espanholas estão hoje mais endividadas do que nunca em sua história”. E o então coordenador do programa econômico do PSOE afirmava: “Essa política de aluguel que propomos (…) evita que as pessoas, ante a uma mudança de expectativas, passe a vender seus imóveis e a levar a uma queda de preços, o que seria catastrófico”. Certamente, o então ministro de economia do PP declarava: “A verdade é que estamos assentados sobre um ciclo de longa duração e com poucas incertezas. Isto é indiscutível. O importante é que é um modelo duradouro”[nota minha: aqui no Brasil, em diversas ocasiões nossos políticos dizem que o crescimento econômico atual é sustentável - mas será que estamos fazendo algo de tão diferente do governo espanhol?].
Poderia ter sido feito algo para evitar a bolha?
Estourar uma bolha é mais fácil (tecnicamente) se pudermos contar com a ferramenta adequada: a taxa de juros. É mais difícil quando não o temos, como na Espanha, que os deixou nas mãos do Banco Central Europeu (que durante muito tempo os manteve demasiado baixos para as necessidades da economia espanhola). Não obstante, pensamos que as seguintes medidas, orientadas a conhecer realmente o nível de preços dos imóveis e a reduzir as distorções fiscais que tornavam artificialmente rentável este tipo de investimento, teriam mitigado a bolha:
1. Melhorar a informação sobre os preços de imóveis. Diferentemente de outros países, na Espanha não existe informação sobre os preços reais de transação [nota minha: este também é um problema no Brasil, onde não há dados estatísticos confiáveis sobre os preços imobiliários]. Somente a partir de 2008 tivemos dados registrados provenientes de cartórios e apenas na forma de índice, e não de valor monetário (talvez por levar à suspeita de uma declaração dos valores escriturados por preços menores que os realmente praticados). Até então só havia séries oficiais do Ministério de Habitação, elaboradas a partir de dados declarados pelas empresas que avaliavam imóveis para a concessão de hipotecas. Por motivos óbvios, esta não é uma fonte confiável. E a política de informação oficial tem sido lamentável. Por exemplo, o Ministério anunciou, em outubro de 2004, que iria suspender a publicação dos dados relativos aos preços de imóveis – o que foi logo retificado. Em seguida, introduziu uma mudança metodológica que enviesava a medição dos preços em baixa. Atualmente, este Ministério não oferece nenhum dado de preços anterior a 2005! E em nenhum momento se atentou que o público estivesse consciente da possível supervalorização dos imóveis.
Sem embargo, seria possível contar com informação sobre o valor real das transações imobiliárias, por exemplo, assentada sobre as enquetes de lares realizadas pelo INE, ou levando a cabo uma pesquisa específica para este objetivo, e utilizá-la para corrigir a medição de preços.
2. Reduzir a dedução fiscal dos imóveis próprios no imposto de renda, que enviesa fortemente as decisões de investimento em imóvel, frente a outros ativos, o que, junto com a lei de arrendamento, favorece a aquisição da casa própria (81,3% dos lares em 2005 eram próprios) frente ao aluguel. Em 2002, 79,7% da riqueza bruta dos lares correspondia a bens imóveis, frente a 75,5% da Itália ou a 38,4% dos Estados Unidos. Em 2005, o percentual já era de 80%. Em 1998, o Governo do PP reduziu a altíssima dedução existente, mas depois não avançou por este caminho.
3. Aumentar a pressão dos fiscais da Receita Federal sobre as empresas sobre as empresas e as transações imobiliárias. Estimativas recentes situam a Espanha, entre 2004 e 2005, como o terceiro país desenvolvido com maior economia informal (20,5% do PIB), atrás da Grécia e da Itália. Este percentual se reduziu apenas em 2,2% desde 2000. Provavelmente, uma parte importante da atividade informal ocorre por meio do mercado imobiliário. O Sindicato de Técnicos do Ministério da Fazenda estima a evasão fiscal no setor imobiliário em 8.600.000.000 de euros anualmente (cerca de 0,8% do PIB).
Por que não se tentou desinflar a bolha?
Em primeiro lugar, porque a construção é um setor de mão de obra intensiva, o que é importante em um país com uma taxa de desemprego estruturalmente alta. Em segundo lugar, porque o aumento do valor dos imóveis favorece o eleitor mediano, que é proprietário de seu imóvel. E em terceiro lugar, porque o setor imobiliário paga muitos impostos para o setor público, nos níveis nacional, estadual e municipal. Por exemplo, em 2004 o setor sustentava 60% do orçamento (excluindo passivos e transferências correntes) da cidade de Valência e 50% de Madrid.
O governo do PP se equivocou em sua lei de liberação do solo de 1998. Acreditava que, com mais terra, aumentaria a quantidade de imóveis e os preços cairiam. Erro crasso. Imóveis não eram comprados e construídos porque eram baratos, mas porque eram caros e as pessoas tinham a expectativa de que ficariam ainda mais caros no futuro. Assim, a lei do solo pôs mais lenha na fogueira da bolha, desencadeando uma frenética atividade imobiliária graças à qual os governos locais encheram o tesouro municipal (quando não os seus próprios bolsos [nota minha: qualquer semelhança com o “Minha Casa, Minha Vida” e com os programas de incentivo ao crédito imobiliário não é mera coincidência].
De sua parte, a tentativa do governo do PSOE de fomentar o imóvel protegido e o aluguel, bem como a nova lei do solo de 2007, foram totalmente ineficazes. Na verdade, ela tem se limitado a aumentar a agonia da bolha.
Em suma, ambos os governos falharam em um ponto crucial:proteger os cidadãos de desmandos econômicos que destruam suas economias, seu emprego e sua prosperidade. É um fracasso com o qual se deve aprender para o futuro e pelo qual devemos pedir a responsabilização dos culpados.
Entenda a bolha imobiliária brasileira – Blog Quero Ficar Rico Investir em flats? Já era – Veja, Novembro de 2005


quero ser o primeiro denovo
Dois!
Re: Despedida
Pessoal, mais uma vez temos um artigo viesado. É claro que mesmo depois do estouro da bolha espanhola, os preços lá não estão muito abaixo dos daqui. Se aqui cair 50% vai ficar muito menor que lá… Por mais que os médicos achem o contrário, os especialistas em imóveis sabem que 50% é um sonho.
Aproveito para me despedir temporariamente deste blog. Sei que minhas opiniões incomodam, justamente por serem ácidas e provocativas, mas sempre na tentativa de impedir que os novatos caiam no dogma de que a bolha é inquestionável.
Como meus comentários não estão agradando a moderação do blog, agora me retiro para que este espaço seja de discussão entre os pró-bolha. Continuarei eventualmente acompanhando as discussões, e quando os participantes do blog decidirem que desejam ouvir opiniões pluralistas, posso considerar a opção de retornar.
Aproveite e faça um curso de corte/costura. Você, com certeza, vai precisar!
esses cretinos tem mania de falar de de países que não conhecem como se fosssem “os viajados”.
nem vou tentar desdizer com dados e numeros
quem quiser acreditar que na Espanha é ainda mais caro que aqui, que fique a vontade, que compre 3.
Coretor, acho que sei para onde tu vai direcionar tuas energias:
Procon de São Paulo vai oferecer apoio a superendividados.
“http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/07/29/procon-de-sao-paulo-vai-oferecer-apoio-a-superendividados.jhtm
Corre! Caso contrário fica sen senha de atendimento!
Do jeito que você fala, parece uma pessoa muito viajada pelo mundo, para fazer comparações e dizer que os preços daqui estão equiparados com os da Espanha.
Você acha que os imóveis da Europa, Estados Unidos e até Japão são como os nossos ? Ledo engano amigo ! Lá os imóveis não tem cara de presídio com muros altos, cercas elétricas, filmadoras, grades e um bando de seguranças na porta pra vistoriar seu carro quando você entra. Aliás, não costumo ver esses detalhes nos folders que são distribuidos, por vocês corretores e, pq será ? É que fica feio né ?
Aprenda que qualidade de vida e custo de vida tem que ser levados em consideração sim, na hora de avaliar um imóvel.
Pela falta de tudo isso e, pelos preços lunáticos, fica claro que nossos imóveis deixam a desejar em quase tudo.
Sujiro que o “coretor” conheça outros lugares alem da grande São Paulo, de preferência outros países.
Você levantou um ponto importante. Acabo de fazer uma pesquisa de preços em Montevidéu e Berlim. Em Montevidéu os preços andam pela metade ou menos, e em Berlim os preços estão parecidos, mas com uma diferença: nessas cidades, não há nem 10% dos problemas ambientais, urbanísticos e de segurança que temos em São Paulo. Ou seja, é melhor comprar por lá, né! E tem gente efetivamente fazendo isso, tá cheio de brasileiros comprando imóveis nos EUA!
Vai com Deus !!!!
Legal [moderado] nunca diga nunca…..
Há poucas certezas nessa vida, uma delas é que o Cirilo/peterson/. . . /corretor logo vai aparecer aqui com outro nick mas com o mesmo discurso de sempre.
Acho uma pena! Não por concordar com o que vc pensa e sim por acreditar que esta parte do blog é um espaço aberto para livre manifestação! Leio diariamente há 1 ano os textos e comentários aqui postados.
Vi o texto que vc fez parodiando algumas pessoas que comentam aqui, particularmente, não achei graça, assim como, não acho que tenha sido tão ofensivo ou grave para gerar tamanha repercussão! Não existe nome, sobrenome, número de CRM ou endereço! Não houve nada em seu texto que permitisse a identificação! Ele tem apenas um nick, assim como o seu, assim como o meu! Quantas vezes corretores não foram sacaneados tanto quanto?
Antes que pensem que sou alguma corretora disfarçada, digo que não sou! Assim como a maioria aqui, tenho o sonho de ter uma casa; e assustada com os preços praticados, comecei a pesquisar e encontrei este blog! Não deixo de ler um único dia!
Entretanto, percebo que algumas pessoas aqui, estão se comportando exatamente como os investidores, corretores, pessoas ligadas à construção há um tempo atrás, ridicularizando, zombando, tripudiando quem discordava deles!
O que esse povo ganhou com tanta arrogância? O que ganharemos com a nossa?
Acredito que a bolha estourou, acredito que estamos na iminência de uma crise e que tempos difíceis virão, todavia, abafar opiniões alheias às nossas e ficar com briguinhas tolas, certamente, não ajudarão ninguém!
curtir
ps: as vezes usar palavras como imbecilidade ou cretinice não é um xingamento, mas sim o uso preciso da lingua; as vezes é xingamento mesmo e nisso devemos nos policiar
Eu uso como avatar a mesma foto que tenho no FaceBook, fica portanto identificada a minha figura.
No mais, se você me explicar o sentido de darmos espaço para enganarem outras pessoas dizendo que não há bolhas e promovendo um mercado imobiliário que dia a dia vem praticando crimes contra a economia popular, aí posso concordar com você que seria saudável essa tal “Pluralidade”.
No mais é apenas dar espaço para o fomento de um mercado criminoso.
Andre, o papel de policia do blog (assim como o de policia do mundo) é uma estratégia errada. Defender a crise tbm, se ela vier, veio, se não vier nao veio.
No xadrez, os peões vão na frente, e os cavalos no meio.
Luiz – estrategista ELO 1700.
Luiz não quero policiar nada, só não estou aqui pra aturar corretor.
No mais Luiz esse papo de xadrez não cola pra quem já viu muito “peão” em operação cirúrgica na linha de frente mudar o cenário de toda uma campanha.
Tenho uns conceitos muito particulares sobre estratégia
tipo: Seek and destroy?
Andre, o povo é bovino, até 1800 e tanto o chicote era usado oficialmente.
Acredite, a agressividade pode lhe tirar o que eles nunca conseguiriam fazer por conta propria.
O melhor a fazer é manter o foco: bolha imobiliaria, pague o justo p nao pagar o pato
Luiz – aliado pero no mucho
Luiz é complicado debatermos isso, pois tenho uma opinião muito meio termo.
Sou bisneto de Augustino Dias, ele mesmo, o homem que tomou Natal na intentona comunista.
Ao mesmo tempo sou filho e neto de dois ex oficiais do SNI.
Eu mesmo tenho minha passagem em operações especiais.
Meu biso me falava que o comunismo era uma ideia furada (ele morreu acreditando nisso depois de toda luta).
Já meu avô e pai sempre me diziam que a democracia, era o melhor sistema.
Como você pode ver, venho de uma família de ideias misturadas, não seguimos ideologias, eu também sou assim.
Carrego os dois dentro de mim, sou anarquista e legalista, se é possível compreender isso, mas sou assim acredite.
[]`S
“No mais Luiz esse papo de xadrez não cola pra quem já viu muito “peão” em operação cirúrgica na linha de frente mudar o cenário de toda uma campanha.”
Humm, o “peão” alcança a oitava casa e vira “Dama” e roda a baiana no tabuleiro.
Tem toda razão André, só quem precisou passar pelos seus serviços desnecessários sabe quem realmente são e quais suas intenções.
Vamos lá Lion:
1- Ele te leva primeiro em 2/3 podres horríveis com os maiores preços, depois leva naquele que ele acha que está com preço razoável e na localização que você pediu, assim te ilude na compra e muitos coitados caem.
2- Não fidelizam ninguém nunca…. se precisar de um documento depois da compra terá um tremendo chá de canseira para arrumá-lo pois sua comissão já está no bolso.
3- Responsáveis indiretamente no aumento dos preços… pois se qualificam como profissionais responsáveis para a avaliação do imóvel, pois bem quando o proprietário esperto, se encontra com esse profissional esperto, inflam o preço de um bairro todo, coisa que deveria ser instruída por ele mesmo, ainda bem que os 2 deram tiro no pé.
4- A maioria sabe quais as restrições de construções e problemas futuros, mas quando o pepino chega em suas mãos com certeza vai dizer que fez o negócio certo e a culpará o cartório pelo erro.
Poderia chegar até o item 150, mas ficaria cansativo, desculpe se sentiu ofendida pela gozações e tripudiadas em cima deles, mas cada um vê o seu lado, eu tenho motivo de sobra para isso…….
Continuarei a construir quando o mercado deixar de ser insano, enquanto isso assisto de camarote a própria cova que cavaram e estão se enterrando.
Concordo! a liberdade de expressão, com o devido respeito, aumenta o conhecimento e a capacidade de dialogo e argumento.
Falar sozinho e por isso ter sempre razão não me agrada.
De qualquer modo temos que perguntar ao moderador e criador do blog: Qual é a política do blog? temos que ter isso definido para saber quem e o que poderá se manifestar aqui sem ter problemas.
Éssa é minha opnião.
Quero que os preços baixem mas não quero o lamento dos outros. Mesmo sabendo que é inevitável.
… os especialistas em imóveis sabem que 50% é um sonho …
Na bolha dos flats do final da década de 90, os preços CAIRAM 67% e a moeda já era o Real. A queda da ordem de 50% será somente o começo, pois depois haverá uma ou duas décadas perdidas. Basta ver o que está acontecendo com o Japão – 20 anos com preços em quedas, depois deles acreditarem que o palácio imperial valia MAIS do que TODO O ESTADO DA CALIFORNIA. A Banânia está num delírio muito semelhante, pois está acreditando que casa em favela vale mais que casa na Florida.
A gafeses caiu de 21 reais para 2 reais
queda de 90%
realmente não é um sonho
é um PESADELO
Não existe nenhum material da época sobre a bolha dos flat´s, para a gente reproduzir aqui ?
Bolha,
Eu já escrevi várias vezes, inclusive com links de reportagem da VEJA que ESTRANHAMENTE deixaram de funcionar. Entretanto, eu reproduzi o texto. Tem depoimento de comprador e também de presidente de associação de corretores. Acredito que voce pode recuperar se procurar entre as mensagens do anonymous.
Vamos lá
Anonymous disse:
28 de fevereiro de 2012 às 17:25
Coloquei em letras maiúsculas o que já aconteceu numa situação normal quando a Banânia já estava utilizando sua moeda atual. Note que nessa época não foi necessário sequestrar o dinheiro como na época Collor e o preços de um tipo de imóvel DESPENCOU. O povo que esquece sua história esta condenado a repeti-la.
Investir em flats?
“veja.abril.com.br/vejasp/especial_guia_imobiliario/p_124.shtml”
Tinha tudo para ser um excelente negócio. Na cidade que recebe quase 9 milhões de visitantes por ano (a maioria a negócios), os flats pareciam a alternativa ideal para oferecer conforto e serviços a quem dispensasse hotéis de luxo. Melhor ainda se os prédios fossem novos, modernos e confortáveis. NO FIM DA DÉCADA DE 1990, INVESTIR EM FLATS FOI TIDO COMO UM NEGOCIÃO. OS CORRETORES PROMETIAM UM RENDIMENTO MENSAL EQUIVALENTE A ATÉ 1,5% DO VALOR DO IMÓVEL, PORCENTUAL CONSIDERADO EXCELENTE POR INVESTIDORES DO MERCADO IMOBILIÁRIO. OU SEJA, QUEM PAGASSE 70 000 REAIS POR UM APARTAMENTO DE 25 METROS QUADRADOS RECEBERIA CERCA DE 1 000 REAIS POR MÊS. TAMANHA PROCURA FEZ OS PREÇOS DISPARAR: O METRO QUADRADO CHEGOU A SALTAR DE 2 800 PARA 5 000 REAIS. O NÚMERO DE UNIDADES CONSTRUÍDAS PASSOU DE 7 000 FLATS PARA IMPRESSIONANTES 35 000 ENTRE 1998 E 2003. A demanda por hospedagem, no entanto, não acompanhou esse ritmo.
O setor entrou em uma crise tão grande que no ano passado não ocorreu nenhum lançamento. “Houve uma superoferta, e muita gente teve de baixar as diárias para conseguir hóspedes”, afirma o engenheiro Caio Calfat, presidente da Sociedade Latino-Americana de Estudos Imobiliários (Lares). QUEM TENTOU VENDER SEUS IMÓVEIS DESCOBRIU QUE O FLAT PASSARA A VALER MENOS DA METADE. OS QUE INVESTIRAM EM UM APARTAMENTO NO HOLIDAY INN PARQUE ANHEMBI, POR EXEMPLO, PAGARAM 113 000 REAIS HÁ QUATRO ANOS. HOJE, O MESMO IMÓVEL É VENDIDO POR 40 000 REAIS. Exceções existem, claro, mas são raras.
Salvos pelo Webarchive…hahaha
http://web.archive.org/web/20090322201140/http://veja.abril.com.br/vejasp/especial_guia_imobiliario/p_124.shtml
se vc achar a fonte vale a capa
se achar alguem que se suicidou financeiramente nessa melhor
Já virou capa. Corram first´s…hahaha
O coretor até que tentou, mais desistiu de desdizer o óbvio…
Essa história de despedida tem um outro contexto: O sujeito tá mudando de ramo! rsss
Há quem diga que é pra vender Avon? é isso?
Esses dias, foi uma vendedora da avon vender uns produtos pra minha mulher e quis deixar um cartão de visitas. Acontece que era um cartão de consultora imobiliária. Rachei de rir, pois tinha lido isso aqui no blog.
Esta sem dinheiro para pagar a Conta da Internet neh Safadinho!
Hahahaha, matou a charada!
Olha Coretor, eu não sou a favor de suas opiniões. Aliás, muito pelo contrário. Tenho certeza que estamos vivendo uma bolha imobiliária e que ela estourou em fevereiro deste ano (Mas o pessoal continua enchendo uma bola furada… quero ver quanto de fôlego ainda resta).
Mas fala sério cara! Você vai sair porque uns caras ficam falando mal de você e de suas idéias??? Porque ficam enchendo o seu saco??? Porra, eu achei que você fosse muito mais forte que isso… funcionário meu que não aguenta umas discussõezinhas à toa, vai ser o que após 30 ou 40 anos de trabalho???
“.. O mundo não é um mar de rosas. É um lugar ruim e asqueroso… e não importa quão durão você é… ele te deixará de joelhos e te manterá assim se permitir. Nem você, nem eu, nem ninguém baterá tão forte quanto a vida. Mas isso não se trata de quão forte pode bater. Se trata de quão forte pode ser atingido… e continuar seguindo em frente. Quanto você pode receber e continuar seguindo em frente. É ASSIM QUE A VITÓRIA É CONQUISTADA!…” (Rocky Balboa) rssrsrsrsrsrssss
Cara! Fica no blog!!! E vivencie o PLOOOOOOOCCCCC aqui conosco!!!
Complementando e corrigindo a frase: “funcionários meus que não aguentam umas discussõezinhas à toa, vão ser o que após 30 ou 40 anos de trabalho??? Se você for desses, realmente tem mais é que sair mesmo… mas espero que não seja!!
Coretor,
Passe aqui no blog para dar um abraço depois que a bolha estourar!!
Boa sorte!!
Vai ter briga de primeiro lugar de novo?
Voltando ao que comentei no tópico anterior.
R$ 1.500,00 mais benefício para estágio é um valor normal praticado no mercado, acho eu que até mesmo elevado para a posição.
Só quis comentar que mesmo sendo uma remuneração baixa e ela tendo boa instrução não está fácil assim conseguir emprego ainda mais estágio em que muitas empresas consideram a vaga como “quebra galho”.
Em Ribeirão Preto, SP, agradeça aos céus se vc conseguir um estágio que pague R$700….
Pode até ser fluente em russo…
Grandes empresas abrem seleção para trainees.
“http://classificados.folha.com.br/empregos/1128423-grandes-empresas-abrem-selecao-para-trainees.shtml
Se eu fosse sua amiga, sabendo o que sei hoje, a decisão RACIONAL é ir para os EUA. Uma possibilidade é ficar ilegal trabalhando como faxineira (vai ganhar uns 4 mil Reais/mes, onde o custo de vida é metade da Banânia, o que equivale a 8 mil Reais/mes na Banânia). Ela acaba casando com um Americano e acerta a situacão. Outra possibilidade, se ela tiver dinheiro, é fazer um MBA – vai custar uns 100 mil USD, incluindo tudo. Nesse caso, é provável que ela receba uma oferta de emprego e acabe ficando.
Não concordo que seja remuneração baixa, muito pelo contrário!
A sua amiga não paga faculdade, e ainda quer estágio por este valor?
Lamento, mas com o excedente que tem no mercado, se ela bobear, vai ficar com diploma na mão, e sem perspectiva de emprego a curto prazo.
Felicidade?
O empresário: “Desde que haja lucro.”
O trabalhador: “Sem emprego, nem pensar”
O governo: “Poder”
(extraído do poema Felicidade, do Teatro Mágico h ttp://letras.mus.br/o-teatro-magico/1961127/)
Parece que os últimos governos conseguiram dar felicidade a bastante gente, crescimento de empregos para o trabalhador e lucro fácil para os empresários.
Pena que todo mundo vai pagar isso no futuro.
gambati, lembrando que nosso governo aprovou até uma “lei da felicidade”, se não me engano no mandato do molusco…. pura piada.
deve ser por isso que o povo brasileiro esta “feliz”:: copa do mundo em vista, olim-piadas, imóveis…..kkkkk
o Ploc vai acontecer mesmo e acho até pior que a Espanha.
Bolha, como faço para inserir imagens no ícone ao lado do nick?
Cadastre seu e-mail no Gravatar…É lá que insere a imagem
Gravatar?
Me desculpe a ignorância Bolha, mas como faço isso? rsss
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3- Edite o seu perfil no gravatar, escolha uma imagem e acabou!
valeu, obrigado.
Mais um problema do ” Meu cubículo minha vida”
Conversando com Dono de uma loja de Materiais de construção daqui da região metropolitana de Ctba ele disse que um dos varios problemas das “casinhas” germinadas vendidas a vlr médio de 130mil e que segundo ele não tem um custo acima de 40mil nem páu, É QUE ao contrário das outras casas vendidas a anos atrás e financiadas pelo antigo BNH e COHAB e algumas construídas no regime de mutirão e que tinham espaço para construção nos fundos bem como ampliação para os lados e frente estas construções atuais alem de não disporem de espaço físico para trás e nem pra frente pros lados as paredes de divisa impossibilitam qualquer aumento se o proprietário quiser aumentar vai ter de ser pra cima e aí a coisa complica pois ao mexer na estrutura de sua caixa de fósforos poderá abalar a dos vizinhos, sem falar no custo, na perda de seguro, e liberação de construção pela prefeitura.
OFF-TOPIC (?)
“http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,assentos-vazios-constrangem-organizadores-dos-jogos-de-londres,907620,0.htm
Substituam assentos por imóveis e entenderão o que é uma espécie muito interessante de bolha.
O pessoal quer, está louco para, ir, mas…
PS: Imagina no chuvoso inverno quente de 2016
Uma pequena ajuda aos mais idosos e experientes do blog.
Essa semelhança de 2009-2012 com o final dos 70′s (até 1981) tem fundamento?
Comentário posatado no blog do Kleber, o Louco:
“meu pai costuma me falar que o momento exatamente igual ao do fim da década de 70 e início da de 80, onde havia um furor sobre o BRasil o país do futuro, filme do 007 rodado no Rio, o Concorde com voôs direto de Paris para cá e em 82 o país estava quebrado e abnegado, o BNH tinha falido, default do nosso imortal Highlander Sir Ney, e o país havia sumido da mídia internacional, e os imóveis tinham despencado de valor, não valiam literalmente nada, realmente o brasileiro tem um sério problema de memória”
“http://blogdoklebers.blogspot.com/2012/07/brasil-estagflacao-toma-conta-da.html?showComment=1343667229690#c2942236928219620207
Já havia citado o BNH por aqui, mas não tive reply.
E teu pai esta(va) certo.
Estamos noutra decada, mas parece que a historia por aqui é ciclica!
Agora entendi por que a Dilma falou em uma politica economica anti-ciclica!
É a clássica Espiral de Chesnaux…
O Lula tem a sorte de não termos baderneiros iguais a ele hoje em dia para fazer o que ele fez na época.
Mas que a historia esta se desenrolando da mesma maneira, isso está. Será a velha Lei Karmica do retorno que colocou o Partido do Lula do outro lado do balcão para que ele experimentasse do próprio veneno em atender reclamações dos trabalhadores? Afinal a insatisfação dos trabalhadores, país a fora, é geral.
Quanta coincidencia, não?
Só faltou o slogan do governo da Banânia da época.
BRASIL, AME-O OU DEIXE-O
PS: Eu gosaria de ter sido mais esperto e entendido que a parte certa do slogan era o DEIXE-O.
Bem, nessa época também tinha o “quem te USA não te AMA” devidamente colorido.
Mas acho que tem razão, nos carros de transporte de valores tiraram justamente essa parte do “Deixe-o”, acho que foi a censura democrática.
Estamos em noutra década, mas a Banânia é um cachorro tentando morder o próprio rabo.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
“http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/exercito-socorre-olimpiada-ocupando-assentos-vazios
Logo um coRetor/construtora vai ter a idéia de convocar seus parentes/estagiários desocupados (oi Cirilo !!!) só para darem uma de “elemento decorativo” nos aptos abandonados, encalhados e com as luzes desligadas, só para parecer que o mercado está aquecido e que estão vendendo pra caramba.
E não se esqueçam que o chique hoje é “Varanda Grill”, quem tem a antiga e obsoleta “Varanda Gourmet” não está com nada.
Ele pode usar a idéia dos Norte-Coreanos, que tem um conjunto residencial na fronteira, aonde as luzes se ascendem e um ou outro vai varrer pra dar a sensação de atividade.
‘http://en.wikipedia.org/wiki/Kijong-dong’
Por que eu ainda me surpreendo com essas notícias que se referem ao nosso “mercado imobiliário” (especificamente o de construção)?
“http://cbn.globoradio.globo.com/rio-de-janeiro/2012/07/30/PF-INVESTIGA-EXTRACAO-ILEGAL-DE-SAIBRO-E-ARGILA-NA-ZONA-OESTE-DO-RIO.htm
Que “modelo de negócio” de alto nível, hein?
PS: Existe algum, por menor que seja, elemento desse mercado que não seja ilegal, imora etc? Será que até o cafezinho que servem no stand tem origem ilícita (talvez para combinar com o teor das conversas que enfeitam o processo de negociação/venda)?
Pessoal,
o q vcs acham do “bonus” demografico que dizem que o brasil possui (a maioria da populacao em idade ativa) pelo que eu li em paises “decentes” so esse bonus ja “garante” um crescimento aprox 2% ao ano, alguem tem visto sobre isso e qual a opniao de como isso impactara o pais nos proxs anos?
[]s
Money,
Com o bonus existe maior porcentagem de pessoas em idade produtiva, logo, mais gente pra trabalhar, mais gente pra construir casa
Existe mais gente produzindo E consumindo
Os coretores só olham que tem mais gente pra consumir, e usa como justificativa pro aumento de preços
Estar em idade ativa não significa que estas em atividade.
E estar em atividade não significa que és PRODUTIVO!
O PIB de 2011 e o de 2012(projeção) que o diga!
O Envelhecimento Populacional Brasileiro
Há 30 anos o Brasil era considerado o país do futuro. Boa parte dessa crença era baseada num constatação demográfica da população nacional. Éramos uma população jovem. Com o passar dos anos essa população foi envelhecendo. Tal envelhecimento gerou um fato conhecido por “Dividendo Populacional”.
Dividendo populacional é um fenômeno demográfico que gera efeitos econômicos positivos para uma nação. Em primeiro lugar, o envelhecimento populacional diminui o percentual de crianças em relação ao total da população. Isso diminui os gastos com saúde pública (pois crianças ficam doentes e se machucam com frequência), e reduzem também os gastos públicos com educação básica e fundamental.
Em segundo lugar, ocorre um aumento do percentual da população em idade de trabalho. Esse fato aumenta a capacidade de produção de um país. Além disso, aumenta também a taxa de poupança doméstica. Afinal, com mais pessoas produzindo sobra-se um excedente maior para ser poupado. Em terceiro lugar, nos primeiros estágios do dividendo populacional, a população idosa ainda não aumentou de maneira significativa, o que também gera bônus no mercado de previdência.
Dessa maneira, o dividendo populacional é uma chance única para um país aproveitar: aumenta-se a produção, mais pessoas trabalham, poupa-se mais, e reduzem-se os gastos sociais. Infelizmente, esse fenômeno só ocorre uma vez. No Brasil esse dividendo já está ocorrendo em algum tempo. Contudo, as estimativas sugerem que a partir de 2020 esse dividendo populacional passe a se reverter. Isto é, ao invés de dividendo teremos um passivo populacional.
As baixas taxas de poupança doméstica, aliadas ao baixo crescimento econômico e as dificuldades associadas ao equilíbrio das contas públicas, sugerem que o Brasil está jogando fora as oportunidades associadas ao dividendo populacional. Em breve, tal dividendo se transformará em ônus. E teremos que pagar um preço alto por termos desperdiçado tão importante oportunidade.
bdadolfo.blogspot.com.br/2012/03/o-envelhecimento-populacional.html
Anonymous;
De-nos a visão além do alcance!
EUA: 17 sinais confirmam que a recessão do país está muito próxima
“http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2509198/EUA-sinais-confirmam-que-recessao-pais-esta-muito-proxima
Blog The Economic Collapse apresenta dados sobre indústria, confiança, imóveis, desemprego e dívidas para reforçar a hipótese
SÃO PAULO – Os Estados Unidos surpreenderam na última sexta-feira (27) com um PIB (Produto Interno Bruto) maior do que era projetado pelo mercado. Mas não se engane: a maior economia do mundo está caminhando para a recessão. A conclusão é do blog norte-americano The Economic Collapse.
Apesar da surpresa com a economia no segundo trimestre, ela mostrou uma desaceleração sobre o trimestre anterior – passou de 2,0% para 1,5%. No entanto, o artigo lembra que boa parte desse avanço é consequência da inundação de dólares no mercado. Sendo assim, ao ajustar o crescimento pela inflação – segundo uma metodologia alternativa ao do governo -, o crescimento do país já é negativo desde 2005.
Assim, o artigo prevê que logo o crecimento nominal – sem ajustar pela inflação – poderá se tornar negativo já no terceiro ou no quarto trimestre. E isso acontecerá por 17 motivos, que são apresentados a seguir:
Indústria cada vez mais fraca
As vendas no varejo já declinam por três meses consecutivos, pela primeira vez desde 2008. Nas experiências passadas, quando isso aconteceu a economia já havia entrado em recessão ou estava prestar a entrar.
Da mesma forma, a produção industrial de Filadélfia também cai pelo terceiro mês seguido, conforme dados de julho. A região do médio atlântico, que abrange estados como Nova York e Washington, também apresenta o mesmo ritmo de contração. A última vez que isso aconteceu foi durante a última recessão.
O indicador de atividade industrial medido pelo ISM (Institute for Supply Management) também se encontra no pior patamar desde junho de 2009. Como reflexo, o indicador que reúne dados antecedentes mostra recuo em dois dos últimos três meses.
Uma questão de confiança
Não só a indústria está ruim, a confiança também. Segundo uma pesquisa conduzida pela Conference Board, apenas 17% dos CEOs (Chief Executive Officer) possuíam uma visão positiva sobre a economia. Nos três primeiros meses do ano, o índice era de 67%. Já o centro de pesquisa Gallup reporta a confiança mais baixa desde janeiro.
Enquanto isso, o otimismo entre os pequenos empresários está na pior marca desde outubro, depois de cair em três dos últimos quatro meses.
O artigo também prega que há uma fortíssima correlação entre a quantidade de lixo transportado nos trens norte-americanos e o crescimento econômico. E, enquanto o PIB avança a um ritmo próximo de 2%, um indicador formulado pela Bloomberg mostra que o nível de lixo transportado despenca cerca de 3%, ambos na comparação ano a ano.
Um novo estouro no setor imobiliário?
O setor imobiliário também não vai bem. A venda de imóveis usados recuou 5,4% em junho, ao passo que a de novos imóveis declinou 8,4% no mesmo mês – no atual nível, a marca está em um terço sobre os anos do boom.
E a exemplo do recente estouro da bolha imobiliária, o endividamento é outra fonte de preocupação. Segundo pesquisas desenvolvidas no país, cada vez mais pobres recorrem a empréstimos com altas taxas de juros (essa prática é mais comum em instituições que focam em clientes com perfil de mau pagador e sem acesso a cartão de crédito) para conseguir pagar o aluguel.
Mais calotes, mais desemprego
As empresas também seguem o mesmo caminho e o número de calotes aumentou consideravelmente no ano. Segundo levantamento da Standard & Poor’s, 47 empresas ao redor do globo não cumpriram com suas obrigações nesse ano, o dobro do observado no ano passado. Destas, 25 são norte-americanas.
Se as empresas estão em dificuldade há, também, menos trabalhos disponíveis. A taxa de desemprego avançou em 27 estados no último mês, sendo que na cidade de Nova York já ultrapassa a marca de 10% – taxa que se equipara à da última recessão. Entre os jovens, a taxa chega a 51,7% em Washington.
E a situação parece que não irá melhorar em breve. Uma pesquisa recente mostra que apenas 23% de todas as companhias norte-americanas planejam contratar mais trabalhadores nos próximos seis meses, enquanto há alguns meses a resposta positiva chegava a 39%.
Bernanke nega a recessão
Por fim, além desses 17 sinais apresentados, o artigo critica a atuação de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, que, às vésperas da crise financeira de 2008, declarava que não enxergava uma recessão assim como agora. “Todos esses sinais são pedaços de evidência muito fortes de que uma nova recessão já começou”, conclui o artigo.
Yes !!!!!!!
Nóis é o próximo, mesmo estando 300% preparados, kkkkkkkkkkkkkkkkkk !!!!!
Teoria da Relatividade Geral do PIB: se o crescimento do PIB for grande o governo não para de se gabar dele, se for pequeno entõ o PIB não é importante para nada.
Brasileiro é que nem hiena: come carniça e vive dando risada.
O forte do blog citado não é a seriedade. Veja voce mesmo em:
“http://theeconomiccollapseblog.com/”
“pesquisas desenvolvidas no país, cada vez mais pobres recorrem a empréstimos com altas taxas de juros (essa prática é mais comum em instituições que focam em clientes com perfil de mau pagador e sem acesso a cartão de crédito) para conseguir pagar o aluguel.”
No Brasil fica pior. Semana passada, se não me engano, um jornal da Globo mostrou o grave problema de criminalidade gerado pelo aumento das atividades de agiotas em um estado do NE (perdão pela má referência, mas lendo o post lembrei da notícia). Sei pelo povo do setor petróleo que trabalha comigo que o problema também está grave em Macaé-RJ, por conta da queda das atividades das empresas petroleiras na cidade.
É uma bola de neve perversa!
Teste
Falhou
Como todos sabem, desde Adam Smith até Fidel Castro, numa economia livre o preço de um produto é determinado pelas leis básicas de mercado, aquela velha mão invisível que tanto atormentou o velho Karl, Fidel, Guevara, Lênin entre outros, e que agora começa a atormentar nossos corretores e seus economistas de plantão, espalhados em seus stands, escritórios e blogs, eles começam a bolar planos e conspirações contra a cruel ditadura das leis de mercado.
O nosso Brasil verde e amarelo é criativo, inteligente e sagaz! Incomparável nisso! Ninguém pode negar. Temos grandes exemplos de sucesso e ousadia que estão deixando Adam Smith revirado em seu caixão!
Iniciativa Privada? Esquece. Coisa pra Coreano! Aqui quem investe é o governo e suas subsidiarias, o empresário que infringir e tentar investir é espoliado e achincalhado pelo governo e seus fiscais!
Livre Concorrência? Passamos por cima dessa bobagem e criamos os maiores monopólios privados do mundo (proporcionalmente falando).
Eleições? Inovamos! Como não temos riscos de fraudes, criamos o único sistema do mundo totalmente digital. Apuração feita em meia hora! Os trouxas dos americanos (atrasados digitalmente) ainda fazem o velho conta-conta com cédulas!
Metrô? Criamos o primeiro e único Metrô de Superfície (seja lá o que isso significa) do Mundo e assim multiplicamos da noite por dia nosso sistema ferroviário urbano! Nem os alemães fariam igual! Passamos Paris e Londres com uma canetada e uma propaganda na TV!
Telefonia? Vivemos sem fronteiras!
Favelas? Inventamos o Capitão Nascimento.
Pena de Morte? Conseguimos criar o sistema penal sem pena de morte que mais mata no mundo, através do chamado “Auto de resistência” da polícia.
Imprensa Livre? Passamos por cima deste detalhe e temos o maior monopólio midiático e jornalístico do Planeta e ainda totalmente politizado e parcial. Globo e você? Tudo a ver!
Leis de mercado? Demanda x oferta ? Não se aplicam no Brasil. Aqui temos índices e comparações para derrubá-las. Dividimos alguma coisa por outra, e depois multiplicamos pelo PIB (ou vice-versa) e pronto! Tudo Resolvido! Temos a solução que os trouxas dos americanos e o Mané do Adam Smith não conseguiram enxergar! Basta alguma coisa dividida pelo PIB ficar abaixo de alguma coisa dos EUA que resolvemos nossos dilemas existenciais!
Alias, esses economistas brasileiros estão para as leis de mercado assim como o Einstein estava para as leis da Mecânica Clássica: Mil anos a frente! Eu diria que hoje o nosso mercado vive a Teoria da Relatividade Geral do PIB, tudo é relativo ao PIB, vivemos num buraco negro do universo, uma montanha de neutrinos vibrando. Talvez daqui a alguns séculos os americanos com seus aceleradores de partículas consigam entender nosso mercado!
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Protesto de caminhoneiros aumenta preço da batata em 150% no Rio.
“http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/protesto-de-caminhoneiros-aumenta-preco-da-batata-em-150-no-rio.html
E em 15% nos valores dos imóveis …
Prédio mais alto do mundo sofre com escritórios vazios.
Com 828 metros, Burj Khalifa, em Dubai, ainda tem grande parte dos escritórios ‘às moscas’ quase dois anos após ser lançado
“http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2012-07-30/predio-mais-alto-do-mundo-sofre-com-escritorios-vazios.html
Informação: Moro em Curitiba e o sobrado em frente ao meu está a venda há 40 dias, até agora ninguém veio ver, o preço caiu de r$ 360.000,00 para r$ 300.000,00 e nada……….
Manda no meu e-mail a localização. Agora fiquei curioso
Fica no bairro Taboão, bem próximo ao parque Tanguá. Te mantenho informado.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/titulos-imobiliarios-recuam-49-com-mercado-desaquecido
O que mais me deixa perplexo é que a bolha é um fenômeno mundial.
Todos os países seguem basicamente o mesmo receituário, com pequenas variações.
Por outro lado, me pergunto o que poderia ter sido feito para evitar? Não vejo como possível uma solução estritamente “de mercado” (isto é, coisas clássicas como aumento de juros, etc). Até porque isso geraria uma distorção do mesmo jeito, que é dificultar a vida de quem precisa de imóvel para MORAR (e não especular).
“Em todo caso, a valorização dos imóveis espanhóis entre 1997 e 2007 foi de 191%, segundo o The Economist, a segunda maior da União Europeia e superior à de países onde não se duvida da existência de uma bolha, como o Reino Unido (168%) ou os Estados Unidos (85%).”
Apenas para se ter uma ideia, aqui em Brasília, terrenos residenciais de 800m² no Lago Norte, que (em meados do ano de 2003) custavam na faixa de R$ 250K a R$ 300K, hoje em dia não são anunciados por menos de R$ 1.100.000,00.
Uma valorização dantesca de no mínimo incríveis 260% (número superior até mesmo à valorização verificada na Espanha). E esses especuladores de panfleto na mão ainda querem me fazer acreditar que não existem bolha? Oh my!
paguei 40 euros de diaria na alta temporada num paraiso para milionarios na Espanha. Hotel 3 estrelas, equivalente a 4 estrelas no BR (ou 5 se for no nordeste). Mesmo preço?
40 Euros em um lugar paradisíaco, com infraestrutura, staff prestativo, pessoas civilizadas e garantia de descanso sem stress. E aqui a diária sai bem mais cara em qualquer muquifo e se a gente coloca a cara fora do hotel ainda tem o risco dos assaltos (principalmente no NE, com aqueles resorts isolados e próximos a favelas). Me veio à cabeça agora aqueles hotéis “de luxo” da Banânia, que foram pegos pela polícia servindo comida estragada… Putz, se fazem uma barbaridade dessas em hotéis “badalados” do RJ e SP, imagine então o que os outros hotéis desse país não devem fazer?
Esta questão de hoteis é muito relativa tanto no Brasil quanto em outros países. Já estive em hotéis muito bons de 4 estrelas na Grécia ( muito antes da crise), na Itália( várias vezes) mas também em hoteis de péssima qualidade nestes países, mas com o mesmo número de estrelas. Croácia deixa a desejar. Em Londres e na Alemanha o preço e a qualidade se afinam , Dubai é a perfeição.
No Brasil você pode ficar em um quatro estrelas maravilhoso em Copacabana e pode ter o azar de ir parar num quatro estrelas no centro que não deveria ter sequer uma. E não, os melhores hoteis do Brasil não são os mais “badalados” e nem estão concentrados no RJ e S P.
Agora dizer que os Resorts no Nordestes estão ao lado de favelas e compará-los com um 3 estrelas em outros lugares é, no mínimo, muita ignorância!
esses resorts além de carissimos e longe de tudo, ainda vendem camarão estragado? sensacional.
os resorts de cadeia internacional ainda preservam alguma qualidade, é uma especie de macdonalds, exatamente igual da thailandia à frança, exceto aqui onde custam 10X mais, e vc realmente não pode sair de dentro, senão volta sem as cuecas, e mesmo dentro aind apode ocorrer um acidente, vide aquele hotel em Aguas de S. Pedro. Toh fora.
1997
Até dois anos atrás, o maior bocado do dinheiro dos fundos que existiam na época ia para a Argentina. Agora há mais dinheiro, e o Brasil é a bola da vez. Em São Paulo, em restaurantes de comida exótica como o baiano Bargaço, a língua predominante nas mesas durante a semana é o inglês dos executivos que estão instalados provisoriamente nos flats dos Jardins, como nos antigos hotéis das vilas de garimpeiros do Velho Oeste.
1999
Os flats constituem também uma solução para contornar o problema da falta de inquilinos. Neles, os donos dos apartamentos podem reunir-se numa espécie de associação na qual a soma dos aluguéis recebidos no mês é rateada pelo número de integrantes do grupo.
Para quem é do Rio e acha que os imóveis para aluguel, irão subir desesperadamente.
Uma paciente chegou hoje em meu consultório (Senhora de 82 anos, foi casada com Senhores de vulto, ela mesma ocupou cargos importantes, juntou uma baba E E E, claro comprou alguns aps, (19 para ser exato) e aluga todos, a mesma reclama que colocou um quarto e sala na Paula Freitas para alugar há 3 semanas, E E E, NADA, só teve dois interessados, que desistiram na hora de assinar os papéis. Valor do aluguel: 1.500. Condomínio: 350.
A mesma disse: “lembrei do que você disse semana passada, que o mercado estava travado e a bolha parada”.
É o que tenho dito, as pessoas se deram conta de algo está errado, estão cientes da bolha. E muita gente que conheço que mora com os pais, está adiando a saída de casa desse ano, para o ano que vem, já esperando a queda dos preços.
[]`S
* e a bolha estourada
Seu último parágrafo descreve o que chamamos de “Bull Trap”.
{Devil’s Advocate mode on}
Eu duvido que os tais “proficionais” do mercado não (re)utilizarão das táticas mais sórdidas para convencer aos incautos da inexistência de uma bolha especulativa e da “falácia” da queda generalizada de preços, baseados unicamente nesse renascimento salvador de uma última “demanda reprimida”.
Como sair desse impasse? Ou esse tipo de prática (com amplo apoio da mídia e do governo) não poderá transformar (pelo menos tentar) um “estouro” em uma looonga sequência de quedas com seus respectivos bull trap’s. A explosão de uma bomba atômica trnsmutada em várias explosões de caixas eletrônicos.
O desdobramento da pergunta, mais exatamente, é: como detectar/identificar o estouro, no meio da névoa (artificial, de gelo seco) da negação? E como NÃO confundir Bull Trap’s com negações, se não da bolha, pelo menos de seu estouro? E, igualmente, como detectar o “último” Bull Trap?
Creio que é nessa fase que elementos culturais mais podem diferenciar as anatomias das bolhas, impedindo se guiar muito rigidamente por exemplos externos , como a dos USA ou Espanha (por mais que esta se assemelhe bastante à nossa, até por “familiaridade cultural”).
Perguntas, perguntas…
André Luis ZS/RJ , me manda o contato desta senhora aí. Estou à caça de um 2 ou 3 quartos pra alugar aqui no Rio, pois vem neném até o fim do ano, e os anúncios no ZipZap estão bolhudos demais!
Estou pensando seriamente em escolher apartamentos que não quero e arregaçar nas propostas pra ver se cola. Se colar nestes, saio pra negociar com agressividade no que gostei.
Gravatei?
Yeahhh!